coletivos em rede e organizações - coro

 


Estudos de concerto para Corpo e Alma

Ativo desde 2002
Origem: Rio de Janeiro – RJ
Carlos Eduardo Cinelli + Cristiane Moura + Marilene Vieira + Rosana Reátegui + Sylvia Heller + Warley Goulart
Quando vários artistas decidem se encontrar para materializar suas questões sobre arte, surgem propostas em contínuo processo sob forma de estudos de concerto para corpo e alma. Um projeto que se concentra em três atividades principais: criação e presentação de performances solos; discussão teórica acerca da arte da performance; e desenvolvimento de treinamento corporal por parte dos artistas envolvidos.
http://geocities.yahoo.com.br/estudosdeconcerto/


Estudos de concerto para Corpo e Alma

Actif depuis 2002
Origine: Rio de Janeiro RJ
Carlos Eduardo Cinelli + Cristiane Moura + Marilene Vieira + Rosana Reátegui + Sylvia Heller + Warley Goulart
Quand plusieurs artistes décident se rencontrer pour matérialiser leurs questions sur l'art, surgissent des propositions en processus continu sous la forme d'études de concert pour corps et âme. Un projet qui se concentre en trois activités principales: création et présentation de performances solo; discussion théorique autour de l'art de la performance et développement de l'entraînement corporel des artistes participants.

http://geocities.yahoo.com.br/estudosdeconcerto/


QUESTIONÁRIO

1. Como se viabilizam (tem patrocínio?, etc.)
A viabilização de cada projeto depende de como o realizamos. Em alguns casos com recursos próprios, em outros cas
os com verbas e apoios financeiros.

2.
Como pensam o coletivo?
Atualmente estamos pensando o coletivo como uma espécie de rede interligada de indivíduos que desenvolvem seus trabalhos ora solos ora em parcerias. O coletivo é uma espécie de encontro, reunião. Onde possamos praticar, refletir sobre o trabalho do outro, de si e até mesmo interferir. O coletivo é um espaço. Construímos direções e objetivos a partir de idéias que surjam dentro do coletivo. Algumas pessoas do coletivo funcionam como “coordenadores”.

3. Como pensam o indivíduo no coletivo? Justificar.
O indivíduo é sujeito, é atitude, é comportamento expressivo, é responsável por sua liberdade artística e a da outro também. É opinião e tem toda liberdade de expressá-la dentro do coletivo até o limite do outro.

4. Como se organizam como coletivo?
Atualmente nos encontramos uma vez por mês para troca de experiências artísticas, interferências e compartilhamento dos processos dos trabalhos. Estamos pensando sobre o tema “parceria”. Como podemos trabalhar em parceria com outros? Já tivemos outras fases em que pensávamos o coletivo de forma diferente: com encontros muito freqüentes; sem encontros; com treinamento físico; enfim com visões diferenciadas a cada etapa.

5. Como pensam as instituições? (circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...)
As instituições são espaços, apoios, vias para canalização e muitas das vezes meios de visibilidade do trabalho. Porém não devem ser impedimentos, censuras e transformadores dos princípios de cada um “melhor adequação”. E pensamos também que as instituições estão para auxiliar, e não para ser o trabalho, a obra.

6. A quais ações artísticas se propõem? Justificar. Como elas se viabilizam? Exemplificar.
Nos propomos em realizar obras cênicas: performances teatrais, intervenções na rua, espetáculos e ações. Trabalhamos no propósito de estar criando linguagens específicas às questões artísticas de cada indivíduo. E estas linguagens estão intrínsecas aos desejos e às formas que cada um queira realizar.

7. Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?
Não, os posicionamentos ético/político são mutáveis e se formam a cada trabalho e de cada um. Tentamos conviver com a divergência ética/política de cada um. O que é escrito aqui é resultado desse tempo de trabalho e está em processo. Daqui algum tempo será diferente, sofrerá modificações. Os critérios estão relacionados a concepção de trabalhos autorais.

8. Como pensam a curadoria ou qualquer tipo de recorte? ( pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa(convidados ou propostas)
A curadoria é mais um suporte, é mais uma proposta, é mais uma interferência é mais uma questão artística de reflexão ao trabalho. “A curadoria” são maneiras e propostas de relacionar os trabalhos de organizá-los de friccioná-los.

9. Se estas questões não dão conta da sua proposta, por favor, coloque-se.

DADOS COMPLEMENTARES

Estudos de Concerto para Corpo e Alma

1a fase: Abril a Junho de 2002: treinamento e “presentações”
Casa Abandonada no Campus do CLA na UNI RIO
Casa em Reforma no bairro de Santa Teresa no ATELIÊ DE PORTAS ABERTAS

2a fase: Setembro a Dezembro de 2002: desenvolviemnto individual de trabalhos solos.
Participação da Feira de Extensão Universitária da UNI RIO (DEZ 2002)

3a fase: Janeiro a Dezembro de 2003: treinamento performance e presentações.
Presentações na Sala 3ZERO2 em Fevereiro e Março de 2003 (RJ).
DESARME: ação poética internacional em Abril de 2003 (RJ).
III MOSTRA DE TEATRO MINIMALISTA DE PETRÓPOLIS em Maio de 2003(RJ)
Presentações na Sala 3ZERO2 em Agosto de 2003 (RJ).
II Mostra Performance (exposição de fotografias de performance no Casa de Cultura da Estácio de Sá) Agosto de 2003 (RJ).
4 CARDINALES – Ação Poética Internacional em Setembro de 2003 (RJ).
CONTRATO – I Muestra Internacional de Performance de Córdoba (Ar) em NOV 2003.
Terças Teatrais da UERJ – Dezembro de 2003
Condomínio Cultural – Dezembro de 2003

4a fase: encontros Rizomáticos A partir de Março de 2004.
BRASIL – Fronteras Escénicas – Peru em Março de 2004.
SESC Tijuca – Maio de 2004.