Grupo PORO (Coletivo Poro)

Panfleto "Propaganda política dá lucro" (Poro, 2002)

Enxurrada de Letras, Poro (2004)

Ativo desde 2002

Origem: Belo Horizonte – MG

Marcelo Terça-Nada! + Brígida Campbel

Poro – interferências em arte e design – é uma dupla de artistas que tem como alvos preferidos o espaço público (principalmente através da realização de intervenções urbanas) e as mídias de comunicação de massa (criando panfletos tipo milheiro, lambe-lambes, adesivos, camisetas e outras mídias de baixo custo).

Actif depuis 2002 Origine: Belo Horizonte – MG Marcelo Terça-Nada! + Brígida Campbel Poro – interventions en art et design – est formé par des artistes ayant pour cibles préférées l’espace public (surtout à travers la réalisation d’interventions urbaines) et les médias de communication de masse (créant des tracts, de l’affichage sauvage, des adhésifs, des t-shirts et d’autres médias de bas coût).

www.poro.redezero.org


Para fazer download do vídeo, acesse: http://poro.redezero.org/video/documentario/

 

Grupo PORO responde questionario CORO:

1. Defina seu coletivo.

O Poro – interferências em arte e design – é um coletivo de artistas de Belo Horizonte, Brasil que atua desde 2002 tendo como alvos preferidos o espaço público e as mídias de comunicação de massa.

2. Como pensam a coletividade na prática artística contemporânea?

Como uma possibilidade de articulação entre pessoas e viabilização de trabalhos frente a um sistema de arte excludente.

3. Como pensam o indivíduo no coletivo?

O trabalho do grupo respeita as pesquisas poéticas individuais. Algumas vezes, as propostas partem de um indivíduo e são executadas coletivamente, outras vezes os trabalhos são criados em grupo.

4. Como se organizam coletivamente?

Não temos uma organização formal, nos encontramos sempre, conversamos e bolamos as ações.

5. Qual a posição do coletivo em relação às instituições? ( circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus….).

Somos abertos a parcerias.

6. Como o coletivo se mantém e viabilizam materialmente suas ações? (tem patrocínio?, etc.).

Não temos patrocínio e rachamos os custos dos trabalhos, mas como não temos muita grana, fazemos trabalhos baratos.

7. A quais ações artísticas se propõem? Exemplifique.

Intervenções urbanas e vídeos, por exemplo: folhas de ouro, carimbos, adesivos, panfletagens, lambe-lambe (ver imagens).

8. Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?

Acreditamos que é preciso ter ética em todas as ações humanas. Somos políticos, mas não somos partidários.

9. Qual a posição do coletivo em relação à curadoria? (pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa (convidados ou propostas).

Achamos que o papel da curadoria pode ser interessante, mas na maioria das vezes é guiado por relações pessoais que visam manter o sistema de poder/exclusão, e poucas vezes é feito com base na produção artística em si. Dentro do grupo somos abertos a discussão.

Saiba mais: www.poro.redezero.org