coletivos em rede e organizações - coro

 


mm não é confete


Ativo desde 2003
Origem: São Paulo - SP
Milena Sz. + Mariana K. e artistas convidados
Buscamos a idéia do além-autoria, ou seja, o conceito (a arte) acima do autor. A arte conceitual propagada pela cidade, com o nome do coletivo como pseudônimo: o anonimato da persona, o anti-ego. A retórica sonoro-imagética de conscientização do ser-urbano, ou seja, ações públicas de intervenção efetiva da arte-conceitual baseada na idéia da arte dionisíaca e não apollônica.





mm não é confete


Actif depuis 2003
Origine: São Paulo - SP
Milena Sz. + Mariana K. et artistes invités
Nous cherchons l'idée de l'art au-delà l'auteur, c'est-à-dire, le Concept (l'art) au-dessus de l'auteur. L'art conceptuel propagé dans la ville, avec le nom du collectif en tant que pseudonyme: l'anonymat de la persona, l'anti-ego. La rhétorique sonore-imagétique de la prise de conscience de l'être-urbain, soit les actions publiques d'intervention effective de l'art-conceptuel basé dans l'idée d'art dionysiaque e non pas apollonique.

QUESTIONÁRIO


1. Como se viabilizam (tem patrocínio?, etc.)

Com recursos próprios e parceirias, ou seja, tentamos colocar em prática (produzir) nossas idéias da melhor maneira a baixos custos.

2. Como pensam o coletivo?
A idéia do além-autoria, ou seja, o conceito (a arte) acima do autor. A arte conceitual propagada pela cidade, com o nome do coletivo como pseudônimo: o anonimato da persona, o anti-ego.

3. Como pensam o indivíduo no coletivo? Como se organizam como coletivo? Justificar .
O indivíduo é o propulsor de ações, de criações, de idéias… o coletivo torna-se o agente. Proposições individuais para ações-realizações conjuntas, respeitando cada indivíduo com seu próprio percurso pessoal de conexão artística.
A partir destas proposições criativas, o coletivo trabalha (se organiza) com divisões e somatórias de habilidades, conceitos e técnicas.

4. Como pensam as instituições? ( circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...)
As instituições podem servir como feedbacks rápidos ao nosso trabalho – que se caracterizam como propulsor auto-consciente, a idéia da arte como revolução de um mundo em pseudo-liberdade. As instituições devem estar à serviço da arte e não o contrário. A inserção deve vir por uma liberdade de expressão e não pela aceitação conformista do mercado vigente. Já a curadoria deve estabelecer os melhores parâmetros da arte com o público, ou seja, uma coerente visibilidade das propostas do coletivo; que de maneira alguma seja uma curadoria castradora, taxativa e maniqueísta (do belo-bom e do feio-mau)

5. A quais ações artísticas se propõem? Justificar. Como elas se viabilizam? Exemplificar.
A retórica sonoro-imagética de conscientização do ser-humano (ser-urbano), ou seja, ações públicas de intervenção efetiva da arte-conceitual baseada na idéia da arte dionisíaca e não apollônica. Exemplo a partir de uma de nossas intervenções: a projeção pública em fachada na rua Maria Antônia como proposta de uma arte-sonora-imagética-conceitual.

6. Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?
Sim. O questionamento do mundo-urbano no qual nos inserimos, ou seja, questões pertinentes ao ser quanto agente de transformações e o artista como ativista-cultural acima de tudo, capaz de estabelecer códigos de auto-consciência.

7. Como pensam a curadoria ou qualquer tipo de recorte? ( pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa(convidados ou propostas)
Como discussões de evolução criativa.