coletivos em rede e organizações - coro

 

Rizoma.net

Ativo desde 2002
Origem: São Paulo – SP
Editor: Ricardo Rosas
Propondo uma "re-engenharia conceitual", Rizoma é um site editorial que busca reformular conceitos, dar nova luz a palavras que de tão usadas acabam por perder muito de seu sentido original. Dizer "Esquizofonia" em vez de "Música" não é uma simples intenção poética. A poesia não está de maneira alguma excluída, mas o objetivo aqui é muito mais engendrar novos ângulos sobre as coisas tratadas do que se reduzir a uma definição meramente didática. Daí igualmente a variedade caleidoscópica dos textos tratando de um mesmo assunto nas seções/rizomas. Não se reduzir a uma só visão, virar os ângulos de observação, descobrir novas percepções. Fazer pensar. Novas percepções para um novo tempo? Talvez. Talvez mais ainda novas visões sobre coisas antigas, o que seja. Não vamos esconder aqui um certo anseio, meio utópico até, de mudar as coisas, as regras do jogo. Impossível? Vai saber... Como diziam os situacionistas: "As futuras revoluções deverão inventar elas mesmas suas próprias linguagens".

www.rizoma.net





Rizoma.net

Actif depuis 2002
Origine: São Paulo SP
Editeur: Ricardo Rosas
Proposant une "re-génie conceptuelle", Rizoma est un site éditorial cherchant à reformuler concepts, éclairer d’une nouvelle lumière des mots qui ont perdu beaucoup de leur sens originel tellement elles ont été utilisés. Dire "schizophonie" à la place de "Musique" n’est pas une simple intention poétique. La poésie n’est nullement exclue, mais l’objectif ici est beaucoup plus d’engendrer des nouveaux angles sur les choses traités que de se réduire à une définition tout simplement didactique. D’où également la variété kaléidoscopique de textes traitant d’un seul sujet dans les sections/rhizomes. Ne pas se réduire à une seule vision, retourner l’angle de vue, découvrir des nouvelles perceptions. Faire penser. Nouvelles perceptions pour un nouveau temps? Peut-être. Peut-être encore nouvelles visions sur des choses anciennes, quoique ce soit. Ne cachons pas ici une certaine volonté, utopique même, de changer les choses, les règles du jeu. Impossible? Va savoir... Comme disaient les situationnistes: "Les futures révolutions devront inventer elles-mêmes ses propres langages".

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