coletivos em rede e organizações - coro

 


TASCHENKATALOGFÜRETRANGEURS

ativo desde 2004
Origem: Rio de janeiro – RJ
Alexandre Sá
Projetos de Rua, Inserções no mercado, Olhares inteiros, Situações de Questões, Debates sobre a dobra que há entre o eu e o tu, Poética de disseminação, Investigação sobre a experiência em si, Estudos filosóficos, Remédios ao conceito, Visitas ao comércio, Cheques-sem-fundo, Visitas ao analista, Simulações, Expropriações, Atravessamentos, Vivência de amores, Projetos de identificação da teatralidade na performance, Limpeza de almas, Viagens ao estrangeiro, Libertação, Visitas ao veterinário, Exposição de falhas, Risos públicos tecnológicos, Pesquisa antropológica sobre a figura em processo do malandro sobrevivente que precisa de um terninho, Estéticas, Análise do homem como ente + objeto repleto de subjetividade + produto, Assassinatos Duchampianos, Fotos em pretos e brancos, Cor, Reuniões Pedagóggiccas, Compromissos tequila, Instalativa em andamento, Registros ousiders, Averiguações sobre o espaço como advir, HÁRTE , Aceitamos todos os cartões de crédito, pois ainda estamos sem patrocínio.




TASCHENKATALOGFÜRETRANGEURS

actif depuis 2004
Origine: Rio de Janeiro – RJ
Alexandre Sá
Projets de Rue, Insertions dans le marché, Regards entiers, Situations de Questions, Débats sur le pli existant entre le moi et le tu, Poétique de dissémination, Recherche sur l'expérience en soi, Études Philosophiques, Remèdes au concept, Visites au commerce, Chèque sans provision, Visites chez l'analyste, Simulations, Expropriations, Atravessamentos, Expérience d'amours, Projets d'identification de la théâtralité dans la performance, Nettoyage d'âmes, Voyages à l'étranger, Libération, Visites chez le vétérinaire, Exposition de failles, Risées publiques technologiques, Recherche anthropologique sur la figure en procès du malin survivant qui a besoin d'un p'tit costume, Esthétiques, Analyse de l'homme entant qu'entité + objet rempli de subjectivité + produit, Meurtres Duchampians, Photos en noirs et blancs, Couleur, Réunions Pédagogiques, Compromis tequila, Instalative en cours, Enregistrements outsiders, vérifications sur l'espace en tant qu'avenir, HÁRT, Nous acceptons toutes les cartes de crédit, car nous n'avons toujours pas de sponsor.


Questionário

Como pensam o coletivo?
Como pensam o indivíduo no coletivo?Justificar


O coletivo como forma de sobrevivência e como a linha de fuga que surge como respiração as máscaras gradativas da própria coletividade, na intensificação da aniquilação subjetiva. O outro como sobrevivência numa individuação resistente.


" Cada um de nós era vários, já era muita gente. Utilizamos tudo o que nos aproximava, o mais próximo e o mais distante. Distribuímos hábeis pseudônimos para dissimular. Por que preservamos nossos nomes? Por hábito, exclusivamente por hábito. Para passarmos desapercebidos. Para tornar imperceptível, não a nós mesmos, mas o que nos faz agir, experimentar ou pensar. E, finalmente, porque é agradável falar como todo mundo e dizer que o sol nasce, quando todo mundo sabe que essa é apenas uma maneira de falar. Não chega ao ponto em que não se diz mais eu, mas ao ponto em que já não tem qualquer importância dizer ou não dizer eu. Não somos mais nós mesmos. Cada um reconherá os seus. Fomos ajudados, aspirados, multiplicados."
Gilles Deleuze

· Como se organizam como coletivo?
O coletivo é necessário, embora insista sempre em explicitar que nunca é imprescindível.
· Como pensam as instituições? ( circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...)
São necessários para uma determinada narrativa que conhecemos. Cumprem o seu papel. A questão é perceber que existe uma infinitude de papéis e texturas outras....

A quais ações artísticas se propoem? Justificar. Como elas se viabilizam? Exemplificar.

Sim, embora haja um grude entre arte e vida, geralmente temos o registro como leitmotiv de que acontece ali, talvez de maneira inconsciente, na ativação de uma proposta de arte que sempre pensa o espaço em sua elasticidade de personagens.

EX: Andar amarrado numa rua bastante movimentada, junto com três amigos lendo Guerrilha Psíquica e tomando chá de licença poética.

Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?

Temos receito quanto à política, pois ela se mostra como a ingenuidade da possibilidade de ausência utópica (ou não-formação) de uma cur(r)adoria em qualquer um dos eixos da vida cotidiana.
· Como pensam a curadoria ou qualquer tipo de recorte? ( pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna a externa)
Ela existe como fato, embora esteja em processo de diluição objetiva. É necessária, pois marca em alguns casos, o critério de manutenção de determinada proposta. Talvez seja uma forma pós-moderna de identificação pública(?!), já que o processo agora parece sublimar-se diante de outros eixos de realidade. Não existe curadoria interna e externa. Já somos bem grandinhos.
· Se possui manifesto, enviar.
Nosso manifesto é a vida de todos os dias.

· Enviar 3 imagens representativas do trabalho ( que não ultrapassem juntas 150Kb)
As imagens estão no anexo pois este é, a priori, o lugar delas.

· Se estas questões não dão conta da sua proposta, por favor, coloque-se.
" Se desconfio do termo 'liberdade', não é que subscreva qualquer determinismo mecanicista. Mas essa palavra me parece freqüentemente carregada de pressupostos metafísicos que conferem ao sujeito ou à consciência - isto é, um sujeito egológico - uma independência soberana em relação às pulsões, ao cálculo, à economia, à maquina. Se liberdade é um excesso de jogo na máquina, de toda máquina determinada, então militarei para que se reconheça essa liberdade e para que seja respeitada, mas prefiro evitar falar de liberdade do sujeito ou liberdade do homem."

Jacques Derrida