coletivos em rede e organizações - coro

 


TCAS – Tentativas de construção e aplicação de sistemas

Ativo desde 2000
Origem: Rio de Janeiro - RJ
Operações-Arte, propostas por mim, cujo local de ocorrência é o espaço público. A coletividade se dá através da participação das pessoas presentes no contexto onde essas ações se desdobram e também, algumas vezes, com a formação, provisória, de um coletivo de artistas (caso do PHP - Phoder Paralelo – onde me uni com outros artistas para que este pudesse acontecer, neste sentido todos são autores).




TCAS – Tentativas de construção e aplicação de sistemas [essais de construction et d'application de systèmes]

Actif depuis 2000
Origine: Rio de Janeiro - RJ
Opérations-Art, proposées par moi, dans l'espace public. La collectivité a lieu à travers la participation des personnes présentes dans le contexte où ces actions se développent et aussi, parfois, à l'aide de la formation provisoire d'un collectif d'artistes (c'est le cas du PHP – Phoder Paralelo – pour lequel j'ai joint d'autres artistes pour que ça puisse arriver. Dans ce sens, tous sont des auteurs).


QUESTIONÁRIO

1. Como pensam a coletividade na prática artística contemporânea? Acho que a resposta acima dá conta da pergunta, mesmo assim: todos são artistas (artistas e não-artistas); todos são autores (autores e não-autores).

2. Como pensam o indivíduo no coletivo? O individuo se dá através do político, da participação onde cada um tem a oportunidade colocar suas questões.

3. Como se organizam coletivamente? De duas formas: 1- Nas ações onde a coletividade parte de propostas minhas (individuais) esta se dá espontaneamente, através de trabalhos agregadores (funcionam através de uma imantação do entorno); 2- Na formação de grupos provisórios de artistas, a organização se dá através de mensagens por e-mails convidando a quem estiver interasso a pensar determinada proposta artística, de nos reunirmos e discutirmos (mais uma vez, o PHP surgiu assim).

4. Qual a posição do coletivo em relação às instituições? ( circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...): Penso que esta questão é complexa. A relação arte e público, institucional ou não, se dá através de CIRCUITOS, neste sentido o artista deve promover desdobramentos que provoquem abalos no Circuito (digamos oficial), estes abalos tem como objetivo problematizar estas relações e ao mesmo tempo confluir no desaguar de outros CIRCUITOS (estes mais críticos e flexíveis).

5. Como o coletivo se mantém e viabilizam materialmente suas ações? (tem patrocínio?, etc.). Geralmente estas ações se desdobram dentro de uma “precariedade” na qual os custos não representam grandes problemas; não conta-se com patrocínio.

6. A quais ações artísticas se propõem? Exemplifique.


7. Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo? Digamos que nas ações aqui propostas o político se dá através do que Deleuze denomina de uma Resistência ao Controle que se dá através de pequenos acontecimentos, estes se deslocam sob um movimento que parte do muito pequeno ao muito grande.


8. Qual a posição do coletivo em relação à curadoria? (pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa (convidados ou propostas). Se a curadoria acontece dentro de uma parceria entre artista e curador ela talvez possa render bons frutos, no entanto o tipo de curadoria que ainda prevalece é aquela do CURRADOR e o Artista Mudo (para não dizer Burro).

9. Se as questões acima não são suficientes para explicitar sua proposta, por favor complete com as informações que achar necessárias.

DADOS COMPLEMENTARES
§ Currículo do coletivo (enviar arquivo anexo Word)
§ Manifesto, se houver (enviar arquivo anexo Word)
3 imagens representativas de trabalhos (que não ultrapassem juntas 150Kb)

OXIGENAÇÃO DA BAÍA*


Ação “poético-política” para o desencadeamento de dispositivos capazes de provocar situações inusitadas em locais específicos - as barcas Rio-Niterói - onde a relação com o espaço se dá muitas vezes de modo mecânico e entorpecido devido às relações do biopoder (controle do corpo e controle da mente, como afirma Foucault).
Assim como o bater de asas de uma borboleta pode desencadear um ciclone em um continente distante (Teoria do Caos), uma determinada quantidade de água contida em um recipiente plástico (água engarrafada para ser consumida em larga escala) misturada ao grande volume de água contida na baía, com todos os tipos de poluentes químicos e orgânicos resultantes do constante progresso do Ocidente (lembrando que nós, brasileiros, somos “ocidentais”), pode desencadear efeitos de proporções desconhecidas e invisíveis, mas ainda assim relevantes.
Quanto tempo as águas levarão para se misturar às do continente asiático?
Uma água só. O mar.
Esta ação se coloca como a primeira de uma série de outras semelhantes: água mineral ao mar!
A insistência será transformadora, elemento provocador de diálogo com o local, seus transeuntes e com a arte contemporânea.

ESTA AÇÃO IRÁ SE DESDOBRAR ATÉ O FINAL DE 2004
LEVE SUA GARRAFA DE ÁGUA MINERAL!
TODOS SÃO BEM VINDOS (quem estiver interessado em participar entrar em contato com giordanimaia@hotmail.com).
QUANTO TEMPO SUA ÁGUA VAI LEVAR PARA SE MISTURAR ÀS ÁGUAS DO JAPÃO?
Giordani Maia 22 de novembro de 2003.